Protestantismo: heresia contra a Pedra Fundamental

Thaysa Meitling Pinto | amorevolezza.consultoria@gmail.com

Jesus, em sua gloriosa passagem pela Terra, foi questionado por seus discípulos sobre o fim dos tempos. Durante sua sábia resposta ele nos diz: “Cuidado, que ninguém os engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ e enganarão a muitos.” (Mt 24,4-5), e que numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos (Mt 24,11).

1517 anos se passaram quando se teve o primeiro registro do primeiro protestante, conhecido como Lutero. Nascido em 10 de novembro de 1483, na cidade de Eisleben (Alemanha), Lutero chegou a ser monge agostiniano, porém largou tudo em nome do que chamaria, futuramente, de “reforma”, já que afirmava não aceitar a autoridade de papas e concílios que se contrariavam uns aos outros. E assim surgem as igrejas protestantes, a partir do inconformismo de um membro.

Na época em que Lutero se rebelou, a Santa Igreja Romana costumava dizer que algumas pessoas possuíam mais méritos do que tinham necessidade para serem salvas. Por isso, o “mérito extra” dessas pessoas poderia ser transferido – especialmente através de pagamento – para pessoas cuja salvação era duvidosa.

O número de Igrejas protestantes cresceu assustadoramente e continua em expansão até os dias atuais. Segundo uma pesquisa realizada pela Datafolha, três em cada dez (29%) brasileiros com 16 anos ou mais atualmente são evangélicos, dividindo-se entre aqueles que podem ser classificados como evangélicos pentecostais (22%), em maior número e frequentadores de igrejas como Assembleia de Deus, Universal do Reino de Deus, Congregação Cristã e Quadrangular do Reino de Deus, e 7%, como evangélicos não pentecostais, pertencentes a igrejas como Batista, Presbiteriana e Metodista, entre outras.

Mas, qual a visão da Santa Igreja sobre o protestantismo?

A igreja Católica entende que qualquer ato religioso que não seja ligado a ela não possui validade. Assim, ela dita que a maneira de participar em cultos não católicos fica estritamente vedada aos seus fiéis (can. 1258), fazendo com que sua participação ativa e formal em um culto não católico se torne equivalente a de negação a própria fé, já que estará professando um credo não reconhecido no catecismo. E, ainda que o católico não renegue inteiramente a sua fé, fica sempre o perigo de contaminação ou de ecleticismo.

Jesus mesmo nos afirma em Mateus 16,6, quando nos diz: “estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus”. Ele já nos alertava que viriam falsas religiões e falsas doutrinas, na qual iriam desconstruir (ou tentar destruir) os verdadeiros dogmas deixados por Ele.

Mas, como dizia Santo Agostinho, a Igreja é Santa, a Única Igreja, a Verdadeira Igreja, a Igreja Católica, lutando sempre contra todas as heresias. Ela pode lutar, mas não pode ser derrotada. Todas as heresias são expulsas por ela, como os galhos pendentes são arrancados de uma vinha. Ela permanece presa à sua raiz, em sua vinha, em seu amor. As portas do inferno não prevalecerão contra ela.


Referencias
http://horaluterana.org.br/quem-foi-martinho-lutero/
http://www.ihu.unisinos.br/561369-lutero-profeta-da-biblia-e-da-consciencia
http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2016/12/1845231-44-dos-evangelicos-sao-ex-catolicos.shtml
http://www.amormariano.com.br/apologetica/por-dom-estevao-bettencourt-catolico-pode-participar-de-cultos-nao-catolicos/
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